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1898013_817635751632614_6256177590290170710_n Ana Teresa Jardim nasceu no Rio de Janeiro, em 1956. Publicou seu primeiro livro, A Cidade em Fuga, no final da década de 1990, pela Editora Rocco. Filha da romancista e memorialista Rachel Jardim, figura de destaque na criação e desenvolvimento do patrimônio municipal da cidade do Rio de Janeiro, ela cresceu entre livros: primeiro na casa dos avós maternos, onde passou a infância, depois, adolescente, na casa da mãe. Depois de trabalhar alguns anos como figurinista, Ana Teresa ingressou na carreira acadêmica, fazendo mestrado em Letras na Uerj, doutorado em Cinema pela Universidade de Sussex, no Reino Unido, e lecionou na UniRio História do Vestuário, até se aposentar em 2015. Além de publicar o novo romance Tanto Tempo Sem Te Ver pela Editora 7 Letras, (página no Facebook: Tanto tempo ser te ver) Ana Teresa fará em 2015 o relançamento, pela mesma editora, de suas três obras anteriores: A Cidade em Fuga, A Mesa Branca, e o policial No Fio da Noite.

Sobre Ana Teresa Jardim

Luiz Ruffato, escritor: “Ana Teresa Jardim se coloca como uma das autoras mais interessantes do cenário literário contemporâneo, não só pelos temas que aborda, mas pela maneira como traz esses assuntos para os leitores.”  

André Caramuru Aubert, escritor, tradutor e crítico de literatura: “Se é verdade que o universal vem do particular, então “Tanto tempo sem te ver”, de Ana Teresa Jardim, é cósmico. Numa narrativa que é ao mesmo tempo carioca, feminina e contemporânea, delicada ao ponto de ser quase um poema em prosa, personagens vivos e mortos se esbarram, se encontram, se desencontram e se acham. É uma daquelas histórias que ficam ecoando em nossa alma por muito tempo, muito tempo depois de a última linha ter sido lida.”

Luís Henrique Pellanda, escritor: “A autora escreve justamente como quem ensaia um passo de dança, novo, desafiador. É uma escrita que recusa a repetição fria de seus movimentos, rejeita a prática de tudo aquilo que um dia decretaram ser compulsoriamente feminino.”  

Christian Schwartz, tradutor e crítico de literatura: “Em Ana Teresa, a delicadeza produz um retrato do contemporâneo como nostalgia de um mundo mais íntegro – e inteiro.”  

Flávio Carneiro, escritor e professor de literatura: Ana Teresa Jardim passeia pelo conto e pelo romance – inclusive o policial, com o ótimo No fio da noite – com a mesma desenvoltura, investindo sobretudo no cotidiano dos habitantes das metrópoles.”  

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